Significado das Músicas
Placebo

TEENAGE ANGST:

Since I was born, I started to decay…” (Desde que eu nasci eu comecei a decair…)
“Bom, isso foi uma coisa que minha mãe me disse”, explica Brian. “Ela estava falando sobre envelhecimento, rugas, pele ressecada e outras coisas. Isso foi quando eu tinha cerca de 14 anos. Ela disse que logo que você sai do útero você começar a se deteriorar. Eu realmente achei suas palavras bastante perturbadoras, ela é o tipo de pessoa religiosa.

Brian Molko, Vox, Julho de 1996.

BIONIC:

Existe apenas uma canção do primeiro álbum que ainda estamos tocando, e é ‘Bionic’. É curioso, pois já tocamos várias músicas do primeiro álbum, mas apenas uma pareceu certa. É verdade, está gritando ‘energia sexual’. Está absolutamente transmitindo desejo. Eu fiquei desesperadamente assim. Esse é um tipo de reflexo da pessoa que eu era na idade de 20 anos… há 10, 11 anos atrás. Eu não sei, talvez eu já tenha dado a volta toda e é hora de começar de novo. Talvez seja por isso que estamos tocando-a novamente.
Brian Molko, Suicidegirls, Anais, 2 de Fevereiro de 2004.

36 DEGREES:

36 Degrees está perto da temperatura corporal”, Brian começa. “Uma pessoa preocupada é um pouco insensível. Se alguém tentar chegar perto demais, tem que ser afastado. Isto é o que a música significa para mim, mas agora é de propriedade pública e as pessoas podem interpretá-la de sua própria maneira.
Brian Molko, Independent, The (London), 31 de Maio de 1996.

E os números (1 7 2 3 9 8 5 I’ve got to breath to stay alive and 1 4 2 9 7 8 it feels I’m gonna suffocate 40 16 22)?
É o número do telefone do nosso restaurante indiano favorito. Fica em Londres, na parte leste.
Brian Molko e Stefan Olsdal, Chat M6, 17 de Setembro de 2003.

HANG ON TO YOUR IQ:

Bom, se você escutar ‘Hang on to your IQ’ há uma linha muito anti-prazerosa: ‘I’m a fool who’s tool is small, it’s so minuscule it’s no tool at all.‘” (Eu sou um tolo, cuja ferramenta é pequena, é tão minúscula que não chega a ser uma ferramenta.)

Mas, na verdade, eu não estou descrevendo a minha própria anatomia, isso é só o estado em que o personagem da música se encontra. Ele está em um ponto de tamanha baixa auto-estima que essa é a pior coisa que ele pode dizer sobre ele mesmo. É algo como ‘Não só sou um idiota como eu tenho um pinto pequeno e eu me sinto enojado comigo mesmo.’”
“Eu acho que já me senti assim algumas vezes na minha vida… Eu sei que tenho uma reputação.

Brian Molko, Vox, Fevereiro de 1997.

NANCY BOY:

Não é uma canção para sóbrios. Tentamos captar o som do personagem sendo um louco por drogas e sexo. Há vezes na sua vida que você está tão fora de si que tudo o que você quer fazer é transar e isto não promove promiscuidade, mas também não a julga. Esta é uma música que foi regravada: é a música que não se encaixa no álbum. E dói dizer isso, pois eu tenho muito orgulho dela. Queríamos algo que fosse mais instantâneo, mais punk, que soasse vida. E ela ‘vomita’ legal em cima de muitas frases e atitudes clássicas de machos.
Brian Molko e Stefan Olsdal, Melody Maker, 4 de Janeiro de 1997.

I KNOW:

Eu estava morando em Nova York, pensando em me mudar pra lá de vez ao invés de viver em algum lugar na França, onde eu estava morando anteriormente e me sentindo pra baixo. Eu não falo muito sobre a minha vida particular, mas é do conhecimento de todos que eu estava em um relacionamento nessa época que não deu muito certo. Nós realmente precisávamos de um tempo. Então eu estava nessa cidade grande (NY) e não conhecia ninguém. Perdi minha casa, minha família e caí em uma profunda depressão. Nós tínhamos decidido não conversar um com o outro, mas eu não agüentava mais. Eu me lembro que fui até um orelhão em Broadway, liguei para essa pessoa e disse: ‘olha, eu sei que não devia estar ligando para você agora, mas eu realmente preciso falar contigo’. A canção é parte da conversa que tivemos por telefone e há um monte de culpa nela. Blind é uma música parecida com esta. O fim de um relacionamento é como a morte. Você tem uma vida com alguém e, de repente, tudo acaba. A parte mais triste é que o mundo não acaba e as pessoas continuam seguindo com suas vidas sem saber da dor que você sente. É muito interessante para um autor escrever sobre isso.
Brian Molko, Interview, Scars, 2006.

BRUISE PRISTINE:

Nós realmente odiamos essa versão. Ela é tão rápida e, honestamente, eu sôo como o Mickey Mouse nela. Nós íamos descartá-la, mas é tão ridícula que tinha que ser documentada de alguma forma.
Brian Molko, Melody Maker, Outubro de 1998.

SWALLOW:

Swallow (tragar, engolir) é o que aconteceu da última vez que Stefan e eu tomamos LSD”, revela Molko. ”Isso pode significar muitas coisas, eu acho que de primeira você poderia pensar que a música é sobre perder todas as suas drogas, ou talvez sobre alguém que estava tão chapado durante o sexo que se esqueceu de não engolir. Eu não sei, ela não foi escrita em um estado de realidade.
Brian Molko, Air & Style.

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