MEDS:
“Meds é sobre se perder, enlouquecer, não se reconhecer mais. Você se sente perdido, desesperado, e você não sabe mais o que você pensa, o que você realmente sente. É uma sensação muito preocupante, para mim e para todos, e eu queria expressá-la. Estou contente por ela ser a música de abertura do álbum, é a primeira vez que um álbum do Placebo abre com um acorde acústico.”
Brian Molko, Rock Mag, Abril de 2006.
INFRA RED:
“É uma música sobre vingança. Muitas faixas do álbum são sobre álcool e aonde você pode chegar se beber muito. Quando você bebe, você se sente, muitas vezes, bravo com aqueles que te manipularam pela vida. Então você desenvolve esse desejo de vingança que Infra-Red fala sobre. Para essa música, eu tenho estado vocalmente inspirado pelo Bob Dylan, pelo álbum de estréia dele.”
Brian Molko, Rock Mag, Abril de 2006.
DRAG:
“Em um ponto da minha vida eu deixei de escrever na guitarra para tentar melhorar e escrever no piano. Eu sempre achei difícil tocar bem, na realidade… mas Drag surgiu assim. Eu tinha acabado de me apaixonar e eu queria escrever algo sobre se sentir inferior a alguém. Quando você se apaixona, você vê o outro acima de você… “Eu vou sempre estar na sua sombra, você é maravilhosa.” Você acha a pessoa que você ama perfeita e você se sente como um pedaço de merda em seu sapato. É também a única música do Placebo menciona o rio Sena! O título, previamente, era Across The Seine.”
Brian Molko, Rock Mag, Abril de 2006.
SPACE MONKEY:
“Space Monkey é um mistério para nós! Nós realmente não sabemos como ela saiu do jeito que é. Começamos a escrevê-la pela época de Sleeping With Ghosts e, com o passar dos anos, sua forma mudou. Nós usamos instrumentos que nós não tínhamos usado antes e colocamos novas afinações para as guitarras.“
Stefan Olsdal, Stefan answers fan’s questions, bionic-club, Janeiro de 2007.
FOLLOW THE COPS BACK HOME:
“Essa música foi inspirada na Islândia. Na primeira vez que fomos para lá, era verão, havia 24 horas de sol por dia. Nós calculamos que 3% da população veio ao nosso show, que foi bem pequeno. Ninguém mora por lá. Enquanto passeávamos pelo país para ver vulcões e gêiseres, não víamos nenhum policial. Era tão estranho! Você pensa no que as pessoas estariam fazendo lá! E, há 2 semanas atrás, eu conheci a banda Sigur Rós. Esses caras tem 25 anos e tem filhos de 7 anos. Vendo isso, eu disse para eles: “Vocês estão loucos? Não existe nada pra fazer na Islândia?” E eles responderam “Não, é por isso que nós fazemos sexo e bebemos.” Essa viagem para Islândia nos inspirou, nos fez pensar sobre o que você faz quando você vive em um lugar como Luxemburgo e a Islândia, onde não há nada a fazer. Na maior parte do tempo você faz bagunça. No final, essa música, como muitas outras no álbum, fala sobre o álcool. Você fica bêbado em um bar, você conhece um outro cara bêbado, você decide que ele é o seu novo melhor amigo e, de imediato, você sai para fazer coisas loucas e insensatas. Essa coisa insensata é seguir os policiais de volta para casa para roubar as suas casas. Depois de ouvi-la, se algum cara disser que é uma boa idéia, ele merece ir para a cadeia. Essa é a coisa mais estúpida que se pode fazer!”
Brian Molko, Rock Mag, Abril de 2006.
POST BLUE:
“Fala sobre álcool… (risos) Não, sério, é uma música sobre vício, sobre se perder, como uma pessoa poderia ser a sua única razão de viver. Eles se tornam sua escapatória, a resposta de todas as suas perguntas. Nós sempre escrevemos músicas sobre o amor, mas não como Dave ou C. Jerome. Nossas letras são mais torcidas. Falamos de amor impossível, complicado e destrutivo. Tão destrutivo quanto as drogas.”
Brian Molko, Rock Mag, Abril de 2006.
BLIND:
“Eu escrevi há 4 anos atrás, Post Blue também, quando fomos gravar os nossos covers com o Dimitri. As guitarras estão sintonizadas da mesma forma, em ambas as músicas. Naquele momento, nós não queríamos fazer b-sides delas, mantivemos a gravação original para este álbum, mas com o vocal diferente.”
Stefan Olsdal, Rock Mag April 2006.
PIERROT THE CLOWN:
Brian: É sobre relacionamentos destrutivos e violentos. Depois de ter escrito isso, eu percebi que poderia ser uma relação familiar, assim como amorosa. Muitas músicas – a maioria de estilo country – falam sobre mulheres que são agredidas por seus maridos. Em Pierrot The Clown acontece o contrário, o alvo da violência é um homem. Um homem vulnerável, preso em um relacionamento violento e destrutivo. O título dessa música reflete a minha obsessão por palhaços e minha paixão pelo circo. No colegial, eu ainda pensei em entrar em uma escola para palhaços e me tornar um…
Stefan: (provocando) É isso que você faz!
Brian: (risos) Mas, felizmente, eu fui aceito na universidade! Quando eu era criança, eu ia para o circo. Era sempre uma festa, mas uma pessoa, Pierrot, estava sempre triste. Eu senti compaixão por ele. Pierrot The Clown é também o papel interpretado por David Bowie em seu vídeo Ashes To Ashes. É uma imagem poderosa para mim, que eu queria expressar: como você pode se sentir sozinho mesmo estando em casal, o quanto você pode deixar ser fisicamente e mentalmente agredido por alguém. Muito alegre, hein?
Brian Molko e Stefan Olsdal, Rock Mag, Abril de 2006.
BROKEN PROMISE:
“Essa é uma música sobre adultério e foi escrita em dueto com uma voz feminina em mente. Então nos encontramos com o R.E.M. em Paris e isso foi mudado.”
Brian Molko, The sun, Junho de 2006.
ONE OF A KIND:
“Sobre se sentir completamente deslocado do mundo, não se sentindo mais como uma pessoa real.”
Brian Molko, XFM, Março de 2006.
IN THE COLD LIGHT OF MORNING:
“É um tributo musical a Leonard Cohen. Fala sobre drogas, sempre estar ferrado, um pouco que nem Pure Morning. São 7h da manhã, todos estão indo trabalhar, mas você só fica vagando pelas ruas. Você chega em casa, olha para si mesmo no espelho e diz: ‘Por que estou assim? Eu prometi a mim mesmo que nunca mais iria fazer isso, mas aqui estou eu.’ Você se sente um marginal, fora do planeta. O resto do mundo está vivendo, fazendo o seu trabalho e você está decadente e indulgente. Você não está feliz com isso, olha para si mesmo e pensa ‘eu odeio você, eu não posso suportar mais você.‘”
Brian Molko, Rock Mag, Abril de 2006.
SONG TO SAY GOODBYE:
“O tema da música Song To Say Godbye é manter apenas os melhores aspectos de sua vida. É a primeira música que escrevi na Índia. Fui para lá por uma série de razões, sendo uma delas a tentativa de mudar o meu estilo de vida. Eu queria me fazer entender que eu não deveria me tornar um clichê do rock e que o mundo não precisa de outro rock star morto. Eu a escrevi como uma carta para mim mesmo.”
Brian Molko, Rock Mag, Abril 2006.
“Meds é sobre se perder, enlouquecer, não se reconhecer mais. Você se sente perdido, desesperado, e você não sabe mais o que você pensa, o que você realmente sente. É uma sensação muito preocupante, para mim e para todos, e eu queria expressá-la. Estou contente por ela ser a música de abertura do álbum, é a primeira vez que um álbum do Placebo abre com um acorde acústico.”
Brian Molko, Rock Mag, Abril de 2006.
INFRA RED:
“É uma música sobre vingança. Muitas faixas do álbum são sobre álcool e aonde você pode chegar se beber muito. Quando você bebe, você se sente, muitas vezes, bravo com aqueles que te manipularam pela vida. Então você desenvolve esse desejo de vingança que Infra-Red fala sobre. Para essa música, eu tenho estado vocalmente inspirado pelo Bob Dylan, pelo álbum de estréia dele.”
Brian Molko, Rock Mag, Abril de 2006.
DRAG:
“Em um ponto da minha vida eu deixei de escrever na guitarra para tentar melhorar e escrever no piano. Eu sempre achei difícil tocar bem, na realidade… mas Drag surgiu assim. Eu tinha acabado de me apaixonar e eu queria escrever algo sobre se sentir inferior a alguém. Quando você se apaixona, você vê o outro acima de você… “Eu vou sempre estar na sua sombra, você é maravilhosa.” Você acha a pessoa que você ama perfeita e você se sente como um pedaço de merda em seu sapato. É também a única música do Placebo menciona o rio Sena! O título, previamente, era Across The Seine.”
Brian Molko, Rock Mag, Abril de 2006.
SPACE MONKEY:
“Space Monkey é um mistério para nós! Nós realmente não sabemos como ela saiu do jeito que é. Começamos a escrevê-la pela época de Sleeping With Ghosts e, com o passar dos anos, sua forma mudou. Nós usamos instrumentos que nós não tínhamos usado antes e colocamos novas afinações para as guitarras.”
Stefan Olsdal, Stefan answers fan’s questions, bionic-club, Janeiro de 2007.
FOLLOW THE COPS BACK HOME:
“Essa música foi inspirada na Islândia. Na primeira vez que fomos para lá, era verão, havia 24 horas de sol por dia. Nós calculamos que 3% da população veio ao nosso show, que foi bem pequeno. Ninguém mora por lá. Enquanto passeávamos pelo país para ver vulcões e gêiseres, não víamos nenhum policial. Era tão estranho! Você pensa no que as pessoas estariam fazendo lá! E, há 2 semanas atrás, eu conheci a banda Sigur Rós. Esses caras tem 25 anos e tem filhos de 7 anos. Vendo isso, eu disse para eles: “Vocês estão loucos? Não existe nada pra fazer na Islândia?” E eles responderam “Não, é por isso que nós fazemos sexo e bebemos.” Essa viagem para Islândia nos inspirou, nos fez pensar sobre o que você faz quando você vive em um lugar como Luxemburgo e a Islândia, onde não há nada a fazer. Na maior parte do tempo você faz bagunça. No final, essa música, como muitas outras no álbum, fala sobre o álcool. Você fica bêbado em um bar, você conhece um outro cara bêbado, você decide que ele é o seu novo melhor amigo e, de imediato, você sai para fazer coisas loucas e insensatas. Essa coisa insensata é seguir os policiais de volta para casa para roubar as suas casas. Depois de ouvi-la, se algum cara disser que é uma boa idéia, ele merece ir para a cadeia. Essa é a coisa mais estúpida que se pode fazer!”
Brian Molko, Rock Mag, Abril de 2006.
POST BLUE:
“Fala sobre álcool… (risos) Não, sério, é uma música sobre vício, sobre se perder, como uma pessoa poderia ser a sua única razão de viver. Eles se tornam sua escapatória, a resposta de todas as suas perguntas. Nós sempre escrevemos músicas sobre o amor, mas não como Dave ou C. Jerome. Nossas letras são mais torcidas. Falamos de amor impossível, complicado e destrutivo. Tão destrutivo quanto as drogas.”
Brian Molko, Rock Mag, Abril de 2006.
BLIND:
“Eu escrevi há 4 anos atrás, Post Blue também, quando fomos gravar os nossos covers com o Dimitri. As guitarras estão sintonizadas da mesma forma, em ambas as músicas. Naquele momento, nós não queríamos fazer b-sides delas, mantivemos a gravação original para este álbum, mas com o vocal diferente.”
Stefan Olsdal, Rock Mag April 2006.
PIERROT THE CLOWN:
Brian: É sobre relacionamentos destrutivos e violentos. Depois de ter escrito isso, eu percebi que poderia ser uma relação familiar, assim como amorosa. Muitas músicas – a maioria de estilo country – falam sobre mulheres que são agredidas por seus maridos. Em Pierrot The Clown acontece o contrário, o alvo da violência é um homem. Um homem vulnerável, preso em um relacionamento violento e destrutivo. O título dessa música reflete a minha obsessão por palhaços e minha paixão pelo circo. No colegial, eu ainda pensei em entrar em uma escola para palhaços e me tornar um…
Stefan: (provocando) É isso que você faz!
Brian: (risos) Mas, felizmente, eu fui aceito na universidade! Quando eu era criança, eu ia para o circo. Era sempre uma festa, mas uma pessoa, Pierrot, estava sempre triste. Eu senti compaixão por ele. Pierrot The Clown é também o papel interpretado por David Bowie em seu vídeo Ashes To Ashes. É uma imagem poderosa para mim, que eu queria expressar: como você pode se sentir sozinho mesmo estando em casal, o quanto você pode deixar ser fisicamente e mentalmente agredido por alguém. Muito alegre, hein?
Brian Molko e Stefan Olsdal, Rock Mag, Abril de 2006.
BROKEN PROMISE:
“Essa é uma música sobre adultério e foi escrita em dueto com uma voz feminina em mente. Então nos encontramos com o R.E.M. em Paris e isso foi mudado.”
Brian Molko, The sun, Junho de 2006.
ONE OF A KIND:
“Sobre se sentir completamente deslocado do mundo, não se sentindo mais como uma pessoa real.”
Brian Molko, XFM, Março de 2006.
IN THE COLD LIGHT OF MORNING:
“É um tributo musical a Leonard Cohen. Fala sobre drogas, sempre estar ferrado, um pouco que nem Pure Morning. São 7h da manhã, todos estão indo trabalhar, mas você só fica vagando pelas ruas. Você chega em casa, olha para si mesmo no espelho e diz: ‘Por que estou assim? Eu prometi a mim mesmo que nunca mais iria fazer isso, mas aqui estou eu.’ Você se sente um marginal, fora do planeta. O resto do mundo está vivendo, fazendo o seu trabalho e você está decadente e indulgente. Você não está feliz com isso, olha para si mesmo e pensa ‘eu odeio você, eu não posso suportar mais você.’”
Brian Molko, Rock Mag, Abril de 2006.
SONG TO SAY GOODBYE:
“O tema da música Song To Say Godbye é manter apenas os melhores aspectos de sua vida. É a primeira música que escrevi na Índia. Fui para lá por uma série de razões, sendo uma delas a tentativa de mudar o meu estilo de vida. Eu queria me fazer entender que eu não deveria me tornar um clichê do rock e que o mundo não precisa de outro rock star morto. Eu a escrevi como uma carta para mim mesmo.”
Brian Molko, Rock Mag, Abril 2006.













